Palhaços Designer

Exemplar de Black Ice, um peixe-palhaço designer cultivado na Eco-Reef.Exemplar de Black Ice, um peixe-palhaço designer cultivado na Eco-Reef.Peixes-palhaço designer são variedades de Amphiprion ocellaris e Amphiprion percula (ou híbridos entre essas duas espécies) que não ocorrem na natureza e cujos colorações e padrões foram criados em cativeiro. Isto é, foram sendo criadas “raças” que nem é feito para cachorros. Entre os mais populares palhaços designer estão o Platinum (todo branco), o Midnight (todo preto) e o Black Ice (foto abaixo). Todos em produção na Eco-Reef!


Corais Brasileiros Parte 6 - Porites astreoides

[i]Porites astreoides[/i] (http://www.abc.net.au/news/2015-11-18/porites-astreoides/6948180)Porites astreoides (http://www.abc.net.au/news/2015-11-18/porites-astreoides/6948180)Continuando as nossas postagens sobre os corais brasileiros: esta espécie é a Porites astreoides. As espécies do gênero Porites são as principais construtoras de recifes no Oceano Atlântico, principalmente no Caribe. Suas colônias possuem esqueletos grandes e pólipos pequenos. Além de P. astreoides, a espécie P. branneri também ocorre no Brasil.


Corais Brasileiros Parte 5 - Millepora alcicornis

[i]Millepora braziliensis[/i] com vários crinoides associados. Recife de Fora, Bahia. Foto de Arthur Güth, Linda Waters e Miguel Mies (IO-USP)Millepora braziliensis com vários crinoides associados. Recife de Fora, Bahia. Foto de Arthur Güth, Linda Waters e Miguel Mies (IO-USP)Continuando as nossas postagens sobre os corais brasileiros: esta espécie é a Millepora alcicornis, também conhecida como Coral-de-Fogo. Mas é um coral? Mais-ou-menos. Na realidade este organismo é um hidrozoário, o que o faz ser um parente muito mais próximo de uma água-viva do que de um coral. Inclusive, os Corais-de-Fogo produzem pequenas medusas que habitam o plâncton. 


O que é plâncton?

Exemplos de fitoplâncton (a diatomácea [i]Coscinodiscus centralis[/i]) e zooplâncton (o copépode [i]Oithona similis[/i]). https://www.eoas.ubc.ca/research/phytoplankton/diatoms/centric/coscinodiscus/c_centralis.html e http://www.natureatlas.org/zooplankton/midatlantic/IDcopepod.phpExemplos de fitoplâncton (a diatomácea Coscinodiscus centralis) e zooplâncton (o copépode Oithona similis). https://www.eoas.ubc.ca/research/phytoplankton/diatoms/centric/coscinodiscus/c_centralis.html e http://www.natureatlas.org/zooplankton/midatlantic/IDcopepod.phpVocê sabe o que é plâncton? É bem simples. Todos os organismos que não possuem a capacidade de vencer as correntes marinhas são organismos planctônicos. Isto é, estão à deriva. Os organismos do plâncton são tipicamente divididos em duas categorias: fitoplâncton (organismos fotossintéticos – microalgas e diatomáceas) e zooplâncton (organismos de origem animal – pequenos crustáceos e larvas de invertebrados).


Corais Brasileiros Parte 4 - Scolymia wellsi

Exemplar de [i]Scolymia wellsi[/i] fotografado no Recife de Fora, Bahia. Foto de Arthur Güth, Linda Waters e Miguel Mies (IO-USP)Exemplar de Scolymia wellsi fotografado no Recife de Fora, Bahia. Foto de Arthur Güth, Linda Waters e Miguel Mies (IO-USP)Continuando as nossas postagens sobre os corais brasileiros: esta espécie é a Scolymia wellsi, também conhecida como Esmeralda. Este coral possui um único e solitário pólipo, tipicamente de cor verde ou roxa. Encontrado tipicamente no nordeste e em Guarapari (ES), este coral é uma das duas únicas espécies de corais duros encontradas no famoso Arquipélago de São Pedro e São Paulo (território oceânico brasileiro, localizado no meio do Oceano Atlântico), juntamente com Madracis decactis.


Corais Brasileiros Parte 3 - Mussismilia harttii

Exemplar de [i]Mussismilia harttii[/i] fotografado no Recife de Fora, Bahia; note o poliqueta [i]Spirobranchus giganteus[/i] entre os pólipos. Foto de Arthur Güth, Linda Waters e Miguel Mies (IO-USP)Exemplar de Mussismilia harttii fotografado no Recife de Fora, Bahia; note o poliqueta Spirobranchus giganteus entre os pólipos. Foto de Arthur Güth, Linda Waters e Miguel Mies (IO-USP)Continuando as nossas postagens sobre os corais brasileiros: esta espécie é a Mussismilia harttii, da família Mussidae, que pertence a um gênero que existe somente na costa brasileira. Além de M. harttii, estão neste gênero a M. hispida (mencionada em uma das postagens anteriores) e a M. braziliensis. A M. harttii ocorre no nordeste brasileiro e é fácil de ser diferenciada das outras duas espécies, pois possui pólipos mais separados.


Leptocephalus

Larva Leptocephalus de moréia (http://australianmuseum.net.au/blogpost/science/large-muraenid-leptocephali)Larva Leptocephalus de moréia (http://australianmuseum.net.au/blogpost/science/large-muraenid-leptocephali)Moréias são peixes, e como a grande maioria dos peixes, ela possui desenvolvimento larval. Veja ao lado uma foto de uma larva de moréia, que leva o nome de Leptocephalus. Esse organismo foi fotografado na Indonésia e estava próximo de realizar a metamorfose e se tornar um juvenil.


Corais Brasileiros Parte 2 - Montastraea cavernosa

[i]Montastraea cavernosa[/i] (http://coral.aims.gov.au/factsheet.jsp?speciesCode=0589)Montastraea cavernosa (http://coral.aims.gov.au/factsheet.jsp?speciesCode=0589)Continuando as nossas postagens sobre os corais brasileiros: esta espécie é a Montastraea cavernosa, um coral duro encontrado não só no Brasil, mas também na região do Caribe e América Central. Esta espécie forma colônias grandes e massivas, sendo importantes construtores de recifes. Outra curiosidade é o fato de serem predadores noturnos que se alimentam de pequenos crustáceos através da expansão de seus tentáculos.


Corais Brasileiros Parte 1 - Mussismilia hispida

Exemplar de [i]Mussismilia hispida[/i] fotografado no Recife de Fora, Bahia. Foto de Arthur Güth, Linda Waters e Miguel Mies (IO-USP)Exemplar de Mussismilia hispida fotografado no Recife de Fora, Bahia. Foto de Arthur Güth, Linda Waters e Miguel Mies (IO-USP)Prezados colegas: em uma postagem anterior mencionamos a grande diversidade dos corais no Oceano Pacífico. Pois bem, começaremos agora uma série de postagens sobre corais brasileiros. O propósito é mostrar os corais nativos de nossa costa aos aquaristas, que estão mais familiarizados com os corais estrangeiros. O nosso intuito é educacional e não procura incentivar a coleta (muito pelo contrário). O primeiro post é a sobre a Mussismilia hispida, um coral duro do tipo cérebro que é encontrado em quase toda a costa brasileira (de SP até a região Norte). 


Por que o Pacífico é mais diverso do que o Atlântico?

A Grande Barreira de Corais, localizada no Oceano Pacífico (ao nordeste da Austrália), possui a maior biodiversidade marinha do planeta (http://www.greatbarrierreef.org/)A Grande Barreira de Corais, localizada no Oceano Pacífico (ao nordeste da Austrália), possui a maior biodiversidade marinha do planeta (http://www.greatbarrierreef.org/)Vocês já notaram que existem muito mais espécies de peixes e invertebrados ornamentais no Oceano Pacífico do que no Oceano Atlântico? Por exemplo, no Oceano Atlântico temos 75 espécies de corais duros, enquanto no Oceano Pacífico existem mais de 500! Isso ocorre porque o Oceano Atlântico é muito mais novo e possui “apenas” 200 milhões de anos e teve muito menos tempo para as suas espécies recifais evoluírem e diversificarem.