Quinorrinco (http://bizarrecreature.blogspot.com.br/2015/08/creature-329-kinorhyncha.html)Quinorrincos são invertebrados marinhos bentônicos que habitam o substrato marinho e vivem enterrados no sedimento. Embora poucos tenham ouvido falar deles, não é incomum encontrá-los em aquários marinhos. Servem como um excelente alimento para peixes (mandarins, blennies e outros) que se alimentam de microorganismos bentônicos.
Chaetodon sedentarius produzido em cativeiro (http://risingtideconservation.org/successful-aquaculture-of-the-reef-butterflyfish/)Mais uma vez, o excelente grupo Rising Tide (http://risingtideconservation.org/) consegue fechar o ciclo larval de espécies de difícil cultivo. Desta vez, fecharam o ciclo de duas espécies de Chaetodontidae (Peixe-Borboleta), Chaetodon miliaris e Chaetodon sedentarius, este último sendo nativo da costa brasileira. Parabéns Rising Tide!
Prezados aquaristas, agora vendemos as Cassiopea em um aquário especial para elas! Não dá trabalho nenhum! Veja o vídeo e as instruções abaixo!
https://www.youtube.com/watch?v=BRUmNjcruRc
Combo Cassiopea + Aquário
- Você receberá o seu aquário na embalagem de fábrica, junto com um saquinho de água contendo as suas água-viva Cassiopea, um temporizador e um recipiente contendo vaselina. Siga o passo-a-passo abaixo para montar o seu aquário:
- - Abra a tampa do seu aquário e despeje a água e as suas Cassiopea dentro dele. Complete com água salgada (densidade de 1020-1025 kg m-3) até a linha vermelha.
- - Abra o recipiente contendo vaselina e passe um pouco nos contatos elétricos da tampa e da base do aquário. Repetir isso uma vez por mês.
- - Ligue o cabo de energia no aquário e no temporizador recebido, ajustando um fotoperíodo de 12 h de luz e 12 h de escuro. Ligue o temporizador na tomada.
E pronto! Aproveite as suas águas-vivas!
Observações:
1 - As plantinhas verdes de plástico que vem com o aquário podem ser removidas manualmente caso deseje.
2 - Não é necessário alimentar as águas-vivas; elas são fotossintéticas.
3 - Faça uma troca de água de 100% do volume a cada 30 dias, da seguinte maneira: pegue as águas-vivas (pode ser com a mão, elas não machucam) e coloque-as em algum recipiente com um pouco de água. Esvazie o seu aquário (usando o dreno lateral) e encha com água salgada nova. Coloque as águas-vivas de volta.
Link no Amazon.com (https://www.amazon.com/Marine-Ornamental-Species-Aquaculture-Ricardo/dp/0470673907/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1486678398&sr=8-1&keywords=marine+ornamental+species+aquaculture).Pessoal, recentemente foi lançado o livro Marine Ornamental Species Aquaculture, editado pela Wiley-Blackwell e voltado tanto para o público acadêmico quanto para o público aquarista. Lá estão descritos protocolos de cultivo para todas os principais grupos de peixes e invertebrados (incluindo corais, crustáceos, tridacnas e outros). E possui a participação da equipe da Eco-Reef em dois capítulos! Confira: (https://books.google.com.br/books?id=V_IjDgAAQBAJ&printsec=frontcover#v=onepage&q&f=false)
Bolbometopon muricatum (http://fishesofaustralia.net.au/home/species/387)Peixes-papagaio são muito importantes para a manutenção da saúde de um recife de corais. Isso porque são espécies herbívoras, que controlam a população de macroalgas, que são os principais competidores por recursos (como luz) e espaço com os corais. O peixe abaixo, Bolbometopon muricatum, é um peixe-papagaio que atinge até 130 cm de comprimento e é uma espécie fundamental para o controle do crescimento algal em recifes do Indo-Pacífico.
Priapulida (http://metazoaevolution.blogspot.com.br)Você conhece o organismo ao lado? Trata-se de um priapulídeo, que, embora desconhecido, é um organismo vermiforme bastante abundante em ambientes marinhos com substrato muito fino (lama ou silte). Os priapulídeos são bastante antigos, com fósseis datados do Período Cambriano.
Recife de corais branqueado (http://sites.psu.edu/ichen/wp-content/uploads/sites/38297/2016/04/coralbleaching.jpg)Você sabia que atualmente a principal ameaça aos recifes de corais é o fenômeno chamado de “branqueamento”? Isso acontece por conta do aquecimento global e subsequente aumento da temperatura da coluna d’água. Como consequência, os corais perdem as zooxantelas de seus tecidos e morrem. Com a mortalidade, sobra apenas o seu esqueleto branco, daí o nome de “branqueamento”.
Phyllogorgia dilatata (Coral Vivo - https://www.pinterest.com/pin/382383824590455990/)A Phyllogorgia dilatata é uma espécie de gorgônia bastante abundante no Brasil. Recentemente, pesquisadores do excelente grupo de pesquisas Coral Vivo (http://coralvivo.org.br/) publicaram um artigo científico (de Lima et al., 2013 – Protein Pept Lett) que mostra que o extrato de tecido de P. dilatata contém poder antibacteriano, com relevante potencial farmacológico.
Halimeda incrassata (http://biogeodb.stri.si.edu/bioinformatics/dfmfiles/files/c/23924/23924.jpg)Um dos principais tipos de substratos que usamos em nossos aquários é a Halimeda. Você sabia que a Halimeda, na realidade, é uma alga calcárea? O que usamos em nosso aquários é apenas o seu “esqueleto” de carbonato de cálcio, já sem vida e pigmentação. Em Guarapari temos um grande banco de algas calcáreas que possui bastante Halimeda spp.
Favia leptophylla (http://coral.aims.gov.au/factsheet.jsp?speciesCode=0680)Continuando as nossas postagens sobre os corais brasileiros: esta espécie é a Favia leptophylla, uma espécie endêmica da costa brasileira e encontrada no estado da Bahia. A F. leptophylla é uma espécie que incuba as suas larvas dentro do pólipo e só são liberadas quando estão mais robustas e com maiores chances de sobrevivência.
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